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As Modalidades Olímpicas: Um olhar (picto)gráfico

Vela

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Antes dos Jogos de Sydney em 2000, o termo utilizado para designar a modalidade olímpica hoje chamada “vela”, “voile” (em francês) e “sailing” (em inglês), era “yachting”, palavra derivada do neerlandês “jacht” ou “jachtschip”, designando uma embarcação de transporte naval ligeira e rápida.

O “yachting” entrou no programa olímpico em 1900. E, desde o início, as mulheres têm participado nas provas de vela, que foram sempre mistas até 1984. Em 1988 (Seul), foi pela primeira vez introduzida uma prova separada feminina (na classe 470) e desde então a tendência tem sido a diminuição de provas mistas. Em 2012, não houve nenhuma. Atualmente, a única prova olímpica mista é na classe multicasco Nacra 17.

Ao longo dos anos, as classes de embarcações admitidas no programa têm refletido não só a sua popularidade como também acompanham a evolução tecnológica e de design náutico.

Entre as classes mais populares com maior longevidade no programa olímpico destacam-se o Star, o Finn e o 470 e, em 1984, acrescentou-se a prancha à vela.


Nos primeiros Jogos, o programa era dominado por embarcações de grande porte com uma tripulação que chegava a 10 ou 12 marinheiros, com a aplicação de handicaps para apurar os vencedores. A partir de 1924 e, cada vez mais desde a década de 1950, a tendência é de optar por monótipos pequenos com um número de tripulantes reduzido a um ou dois, exigindo cada vez mais das aptidões físicas e técnicas dos velejadores.

Os barcos pesados em madeira foram substituídos por barcos mais leves em fibra de vidro e carbono. A última geração são os barcos que planam literalmente acima da água - como o 49er introduzido nos Jogos de Sydney, em 2000. É uma embarcação leve e muito rápida tripulada por duas pessoas, cujo nome vem do seu comprimento (4,99m). Reconhece-se pelas asas sólidas (e não de rede) montadas no casco cuja posição diminui a resistência aerodinâmica.

Outro “planador” é o Nacra 17, um multicasco que fez a sua entrada nos Jogos do Rio 2016 e convertido em hidrofólio para Tóquio. Os hidrofólios planam graças a estruturas aerodinâmicas submersas semelhantes a asas (hidrofólios) montadas sob o casco. À medida que aumenta a velocidade, os hidrofólios levantam o casco por cima da água, resultando num menor atrito (a única parte submersa são as asas) e maior velocidade.

IX Olimpíada 1928.

Selo de uma série de 8 emitida pelos correios holandeses por solicitação do Comité Olímpico.  Desenhadores:  F. Mees e L. Wenckebach. Foram os primeiros selos olímpicos a representar as modalidades desportivas modernas.

Nº inv. MND.FIL075A/001

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Atualizado em: 14/07/2021

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